domingo, 17 de novembro de 2019

Como está o mercado de trabalho para o jornalista?


Por Vitória Conceição


Com o fechamento de muitos jornais e revistas impressos, causando a demissão de muitos profissionais nos últimos anos, deixando as pessoas com inseguranças de seguir a carreira de jornalista achando que não terão empregos para todos. O principal motivo desse fechamento foi o crescimento do uso da mídia digitais como a principal fonte de notícias.

Com essa expansão repentina das mídias digitais, abriu-se muitas possibilidades para a carreira de jornalista. Blogs, portais, redes sociais e sites, outras plataformas ganharam grandes destaques e o jornalista é a melhor opção profissional para gerenciar e produzir os conteúdos desses canais.

O profissional que procurar se manter atualizados nesses novos meios de oportunidades conseguem fazer carreira no jornalismo.

As mulheres jornalistas e o machismo no mercado de trabalho

Por Geovana Barros


Ás transformações no mundo do trabalho dos jornalistas que vêm motivando (não sem certo tom de perplexidade) uma miríade de incursões em âmbito teórico ou empírico dedicada a apreender as nuances do fenômeno, nas últimas décadas também se assinala uma crescente feminização da profissão derivada da entrada progressiva de mulheres nas redações ao redor do globo. Se em 1995 as jornalistas representavam 28% dos profissionais do setor em perspectiva global, em 2009 esse número se elevou para 37%.

É destacada a criação dos filhos como o elemento mais inconciliável com as jornadas de trabalho. As interlocutoras com dependentes também mencionam terem sofrido preconceito quando precisaram abandonar suas atividades para se dedicarem aos cuidados emergenciais com as crianças.

Isso corresponde a um enxugamento ainda mais expressivo dos tempos de lazer, com sobrecarga de responsabilidades e acentuação de desgaste físico e psicológico. No Brasil as mulheres gastam em torno de 10 horas a mais que os homens em trabalhos domésticos: suas jornadas semanais (somando o trabalho principal às atividades domésticas) correspondem a 50,4 horas, ao passo que os homens trabalham em média 50,8 horas.

Para além da maior instabilidade no setor, as mulheres jornalistas também estão mais predispostas a abandonarem seus empregos para se dedicarem exclusivamente às atividades reprodutivas e sofrem mais entraves quando anseiam se reintegrar aos quadros funcionais. Este fenômeno é também percebido em outros campos de atuação profissional: se nos basearmos novamente nos dados da PNAD para 2015 (IBGE, 2016), a taxa de desocupação geral foi de 9,6%, mas ao tomar o gênero como característica selecionada, percebe-se que o índice de mulheres desempregadas foi de 11,7%, enquanto que para os homens a estimativa era de 7,9%.

Então podemos dizer que o maior problema da mulher dentro e fora do jornalismo é e
sempre foi o machismo, assim impossibilitado a continuidade ou até a entrada dessa profissão.

As dificuldades de ser um Jornalista

Por Rebeca Amancio


O Jornalismo sempre enfrentou muitas dificuldades, uma delas é a valorização da profissão, como a luta pela a exigência do diploma, quem vê um mundo glamuroso de artistas na TV engana-se ao achar que os jornalistas ganham salários astronômicos. Mas olhando para o mercado de trabalho, a batalha do Jornalismo é encarada com salários baixos e horas extras para completar a renda.

Outra coisa a ser levar em conta é o porte da empresa que você trabalha, conversando com a Jornalista Ana Muniz, ela nos contou um pouco sobre isso. ‘’Jornalistas não tem grandes benefícios, hoje sou contratada, o que é um luxo em um mercado que trabalha muito com freelancers.’’

Porém, mesmo em grandes empresas, o cenário no setor de redação, não é dos melhores. Essas empresas estão sofrendo processos judiciais, com atraso de salário. O pessoal da Editora 3 que edita o "Isto é" e outras revistas, estão em greve porque não recebem salário. Por isso, muitos profissionais saem da redação e vão para outras áreas da comunicação,
apesar que alguns profissionais também tem a alternativa de mídias digitais e criando assim também as empresas de pequeno porte.

Um pouco do jornalismo aos olhos de Ana Muniz

Por Anna Vincenzo


Chefe de pauta do programa TV fama, apresentado por Nelson Rubens, a jornalista Ana Muniz formada pela Universidade Católica de Santos concedeu uma entrevista ao blog Por Que Jornalista? e abriu o jogo sobre a vida profissional na área.

1. Como é ser jornalista no contexto corrente no país?

R: Normal. Sei de colegas que sofrem perseguições... mas no meu caso eu trabalho com entretenimento.

2. Quais as dificuldades que um jornalista enfrenta no seu dia a dia?

R: Diminuição de equipe para conter gastos, daí trabalhos por dois e, mesmo com essa situação de mais trabalho e pouca gente para dar conta, as cobranças são cada vez maiores.

3. Você pode me descrever sua rotina no trabalho? 

R: É a seguinte: chego na TV entre 10h e 10h30. Entro na internet e vejo os principais sites para ficar informada e buscar notas e material que possa render um VT com assuntos quentes. Leio jornais também. Depois começo a checar o material que os repórteres fizeram no dia anterior, cobrar deles relatórios e mais tarde textos fechados. Até as 12 horas, com o material que rendeu no dia anterior, tenho de fazer 3 chamadas promocionais que serão exibidas durante a programação da emissora. Daí monto o espelho do programa com tudo que acho importante ter naquele dia (de acordo com estratégia de horário, concorrência...). Com o espelho montado converso por telefone com o diretor do programa as 12h30 e falo tudo que tenho e como montei o espelho. Então ele escolhe a ordem das matérias e o que quer e não quer para o dia. Depois até as 13h30 tenho de editar os 5 primeiros textos principais para compor o programa, que vai ao ar diariamente a partir das 21h30. Depois converso com os produtores e começo a cobrar pautas como eventos, shows, entrevistas especiais para montar a pauta. Neste meio tempo vou almoçar. Na volta meu diretor chega e começo a editar mais 4 textos. Ajudo a equipe a encontrar eventos para fazer a pauta. Até as 18 horas já editei o todos os textos: total 12. Deixo só umas notinhas quentes mais importantes para o final, com o programa do dia pronto. Minha equipe também já foi atrás de shows e eventos e começamos a montar a pauta do dia seguinte. Até as 19 horas distribuo para todos os repórteres que nesta hora já estão trabalhando na rua nos principais eventos de São Paulo.

4. Quais são as condições profissionais e os benefícios trabalhistas?

R: Jornalistas não tem grandes benefícios. Hoje sou contratada (o que é um luxo em um mercado que trabalha muito com free lances). Tenho PL, almoço na emissora e todos os direitos de quem trabalha com carteira assinada.

5. Como você sente que o brasileiro enxerga sua profissão? Se sente valorizada?

R: As pessoas veem os jornalistas como uma profissão glamorosa até por conta de diversos filmes que existem sobre a profissão. Mas é um trabalho braçal.

6. Pra você, o que faz um bom jornalista?

R: Amar a profissão, se dedicar de verdade, jamais ser acomodado e ter o espírito inquieto, ser curioso.

7. Por que escolheu jornalismo? E por que a área de entretenimento?

R: Escolhi aos 13 anos. Eu amava ler, principalmente revistas. Então fui para a área de entretenimento e trabalhei nas principais: Amiga, Contigo, Capricho, Caras e Holla (revista espanhola que veio para o Brasil e ficou por um tempo).

8. Você mudaria sua área de atuação?

R: Não. Sou feliz fazendo o que faço. Hoje sou chefe de pauta do principal programa de entretenimento da Rede TV, o TV Fama que está há 18 anos no ar cobrindo os principais eventos e assuntos das celebridades apresentado por Nelson Rubens e Flávia Noronha.

9. Por você trabalhar com entretenimento, você sofre algum tipo de preconceito por colegas de trabalho com o estigma de ‘’fofoca’’?

R: Sim, profissionais de outras áreas que trabalham com política, economia, saúde, há muitos que acham o nosso trabalho fútil, mas fazemos um trabalho sério com apuração e informações corretas. Sem contar que todo mundo gosta de uma “fofoca” de famoso. Nos principais sites quando se coloca uma notícia de celebridade sempre estão entre as mais lidas... por que será, né?

10. Em um país onde o jornalista é diariamente atacado e até ameaçado por conta de ideologias contrárias, você já passou por alguma experiência do tipo?

R: Na minha área não, mas conheço e já ouvi muitos relatos de colegas que são sim ameaçados.

11. Abordando a questão do preconceito, você já sofreu dentro da profissão pelo fato de ser mulher e/ou negra?

R: Sim, em vários momentos, por ser negra. Mas nunca me deixei abater e sigo em frente.

12. Você acha que um jornalista deve ser imparcial? Ou deve ter direito a expressar sua opinião?

R: Imparcial, senão como você vai escrever sobre determinado assunto ou, no meu caso, abordar uma polêmica de algum famoso se vc tiver algum preconceito dentro de você? A imparcialidade é a base pra se construir um texto correto.

13. Como é a questão da pressão? Causa muito estresse? Te afeta muito na vida pessoal?

R: A pressão é diária, existe em TODAS as profissões. Claro que me afeta por causa da correria de fazer um programa diário, muitas vezes demoro pra dormir, mas ok, já aprendi a lidar.

14. O que você acha da não obrigatoriedade do diploma na atuação da carreira?

R: Um absurdo. Só serve para diminuir salário e desvalorizar a profissão e o profissional.

15. Quais dificuldades você enfrentou para ingressar na profissão quando se formaram?

R: Não tive muita pra falar a verdade, pois no último mês de faculdade um professor indicou vários alunos, inclusive eu, para trabalhar em um jornal no vale do Paraíba então terminei as aulas em dezembro e janeiro já estava trabalhando.

16. Qual conselho você daria para os jovens que estão ingressando na faculdade de jornalismo ou recém-formados que estão iniciando a carreira?

R: O principal conselho é se dedicar, não ser preguiçoso, não querer passar por cima de ninguém para crescer profissionalmente, fazer um excelente trabalho até mesmo quando seu chefe pedir pra você escrever apenas uma notinha simples.

17. Pra finalizar, o que ninguém conta sobre ser jornalista?

R: Você trabalha muito, muito e na maioria das vezes ganha pouco, mas no fim do dia se sente realizado por ter feito algo para deixar o mundo um pouco melhor. Inclusive no meu caso, que é levar entretenimento para as pessoas que trabalharam o dia inteiro e no fim do dia só querem relaxar.

Mercado de trabalho em comunicação

Por Rebeca Amancio


O mercado de trabalho na área da comunicação vai se modificando a
cada dia por causa da grande transição das grandes mídias tradicionais
(TV, Rádio, mídia impressa) para as mídias digitais, como a internet
trazendo os blogs e sites de noticias. Abrindo o leque de opções nas áreas
da comunicação.
Falando sobre as áreas da comunicação podemos citar: Publicidade e
Propaganda e Audiovisual estão em alta, por serem profissões bem
flexíveis, e se encaixam tanto nessa era digital, quanto nas mídias mais
tradicionais. Relações Públicas também é uma profissão muito bem-
sucedida, principalmente em empresas privadas, que buscam maior
eficiência na comunicação interna e também externa.
Já o mercado de trabalho em Jornalismo, se falarmos de Tv e Rádio e
mídia impressa, esta bem saturado mas também com as mídias sociais
temos uma abertura de leques para os profssionais dessa área. Também
temos a assessoria de imprensa que também esta se fortalecendo muito
por sua profissionalização no mercado e realização de grandes eventos.

Fontes: https://www.guiadacarreira.com.br/carreira/jornalismo/
https://www.guiadacarreira.com.br/salarios/quanto-ganha-um-assessor-de-imprensa/
http://tutano.trampos.co/15344-guia-de-profissoes-producao-audiovisual/
https://www.guiadacarreira.com.br/guia-das-profissoes/relacoes-publicas/
https://www.guiadacarreira.com.br/carreira/carreira-publicidade-e-propaganda/

Entrevista com o jornalista Daniel Galvão

Por Anna Vincenzo


Daniel Galvão é jornalista e ocupa o cargo de editor-assistente do Broadcast Político no jornal do Estadão. Formado em 1994 na Universidade Católica de Santos, o profissional nos conta um pouco mais sobre os bastidores da carreira.

1. Como é ser jornalista no contexto corrente no país?

R: Olha, eu acho que hoje, o maior desafio para qualquer jornalista, seja de que área for, é a disseminação de notícias falsas. É uma luta diária a gente publicar... fazer algum tipo de publicação, reportagem, notícia tendo a certeza de que a fonte dessa notícia é uma fonte confidenciada. A gente luta muito hoje contra essa descriminação de notícias falsas, que graças a internet que ficou muito mais fácil. Quando chega uma notícia na redação, antes de tomar qualquer providência, a primeira coisa que a gente faz é checar a veracidade da notícia. Por isso hoje muitos veículos, entre os grandes veículos, tem um serviço de checagem de notícia que circula na internet. Eles pegam a notícia que receberam de um leitor uma que circula pelo WhatsApp ou outra via e fazem essa checagem. Que a gente vê que realmente circula muita notícia falsa. E acho que o maior desafio do jornalista de hoje é isso.

2. Quais dificuldades que um jornalista enfrente no seu dia a dia?

R: Também ‘ta’ preparado pra qualquer tipo de notícia que você divulgar, reportagem que você assinar, você não vai ter unanimidade. Você será muito acalcado de todos os lados. Principalmente quando essa notícia é compartilhada em redes sociais. É muito fácil hoje ter caso de jornalistas que são acalcados diretamente. Muitas vezes tem complô envolvidos, mas, muitas vezes são acalcados por pessoas que não simpatizaram com a reportagem... é uma das dificuldades hoje.

3. Você pode me descrever como é a sua rotina no trabalho?

R: A minha rotina é o seguinte: eu trabalho a tarde porque trabalho no fechamento do serviço. Saio, quando ‘tá’ tudo tranquilo, 22h, quando o dia está complicado, acaba estendendo. Você tem que ler, antes de sair de casa, pelo menos dois jornais: jornal que você trabalha e o principal concorrente. Costumo fazer isso pela internet mesmo e depois quando eu chego na redação, normalmente antes de fazer tudo, dou uma olhada no que aconteceu no trajeto de casa pro trabalho. Eu também fico ligado nas notícias da TV. E daí eu me preparo pra uma reunião de pauta que a gente tem as 14:45 da tarde. Eu levo todas as atualizações da manhã e no início da tarde pra essa reunião, o que a gente publicou e se tem alguma matéria marcada pra tarde. Meu trabalho é um trabalho contínuo porque faço jornalismo em tempo real, então ele é mais corrido que o jornalismo online, porque e no momento em que ta acontecendo.

4. Quais são as condições profissionais e os benefícios trabalhistas?

R: São razoáveis. São bons. Posso dizer que tenho a sorte de trabalhar numa das maiores agências de notícias brasileiras que é a agência Estado, a mais tradicional, mais respeitada. E a gente sabe que veículos grandes têm mais chances de dar benefícios maiores do que as que tem mais dificuldade. Você tem plano de saúde, tem o restaurante da empresa, a gente pode almoçar e jantar lá num valor privilegiado pela empresa, o que facilita. A gente tem várias coisas que uma empresa costuma fazer para proporcionar uma bem-estar pra gente lá.

5. Na sua opinião, o que faz um bom jornalista?

R: um bom jornalista faz através da paixão pelo jornalismo. Se você é apaixonado pelo jornalismo, você será um bom jornalista sem dúvida nenhuma.

6. E por que a área da política?

R: A política que me escolheu, não eu que a escolhi. Trabalhei em várias áreas: assessor de imprensa, cobri educação, cobri basicamente o que todos os jornalistas já cobriram: buracos de rua, mas, acabei indo, naturalmente, pra política.

7. Você acha que o jornalista deve ser imparcial ou tem o direito de expressar a sua opinião nem que seja nas redes sociais?

R: Não existe jornalismo 100% imparcial, existe, obviamente, a imparcialidade em que é um dos diários do jornalismo, você tem que sempre buscar a imparcialidade. Mas quando, por exemplo, o jornalista dá voz a uma pessoa que não tem voz, uma pessoa que, por exemplo está sendo injustiçada de alguma forma, vítima de violência policial, apanhando de uma forma covarde ou uma pessoa que foi vítima de racismo e existe uma comprovação disso em áudios, vídeos, de uma certa forma, ele está de um lado, mas ele não está do lado de quem o ofendeu, está do lado de quem foi ofendido. Mas no meu trabalho, não há escolhas, tenho que ter uma imparcialidade total no dia a dia.

8. Como a pressão colocada no seu dia a dia, te causa muito estresse pessoal?

R: O jornalismo em tempo real por si só tem uma pressão natural, então essa pressão de você estar sempre antenado pra o que está acontecendo naquele momento e você tendo que dar com precisão uma fala de uma personalidade política daquele exato momento que está acontecendo. Mas é uma pressão que você sai no final do dia com a sensação de dever cumprido.

9. O que você acha da não obrigatoriedade do diploma jornalístico?

R: Eu acho que é ruim com diploma e pior sem ele. A gente tem muita deficiência no ensino do jornalismo, então é muito complicado uma pessoa ir pro jornalismo sem ter pelo menos uma noção de ética jornalística porque a parte técnica ela pode pegar facilmente.

10. Quais as dificuldades que você enfrentou pra ingressar na profissão quando você se formou?

R: Quando eu me formei, tinha muito menos áreas para o jornalista trabalhar do que hoje em dia, por isso muitos jornalistas que também se formaram em Santos naquela época se mudavam para outros lugares. Quem se formou hoje tem muito mais opções de quem se formou lá atrás, graças à internet.

11. E pra finalizar, qual conselho você daria para jovens que estão ingressando na faculdade de jornalismo agora ou então se formaram recentemente e estão iniciando a carreira?

R: A preocupação muito grande que tenho é que t em jornalista que não lê e acho que a primeira coisa é sempre estar lendo. Sempre. Estar lendo todo tipo de mídia, jornal, revista, na internet e sempre estar atualizando a área que pretende seguir no jornalismo e todo tipo de livro e tópicos importantes que têm a ver com o jornalismo. E hoje, acima de tudo, é coragem pra entrar na profissão, que vale a pena.

Jornalismo não é só aparecer na Tv


Por Vitória Conceição


Quando se diz para alguém que você está cursando jornalismo é automático ela dizer: “Em breve te veremos na Tv” ou então “Próximo (a) âncora do Jornal Nacional”. Às vezes, até mesmo as pessoas que estão cursando ou pensando em cursar jornalismo já associam a profissão com a Tv. Mas jornalismo não é só fazer reportagens para a tv ou apresentar um telejornal, existe outras áreas que se pode atuar. A seguir as principais áreas de atuação de um jornalista.

Reportagem

O repórter é o jornalista que vai para as ruas para dar vida as matérias. Ele busca fontes, entrevista pessoas e apurar a veracidade dos fatos. Um repórter durante a entrevista tem que guiar a reportagem para que corra tudo bem e garantir que a matéria não saia do tema.
A área da reportagem está presente nas mídias impressas (jornais e revistas), mídias eletrônicas (telejornais, portais e sites), rádio e também na literatura com o livro-reportagem.

Assessoria de imprensa

O assessor de imprensa é a ponte entre a imprensa e seu cliente (artistas, atletas, empresas e ONGs). Ele é a pessoa que cuida da imagem de seu cliente, sempre tentando manter a melhor possível. Acompanhando tudo que é noticiado sobre ele, produzindo conteúdos voltados para seu cliente e agendando entrevistas.
A assessoria de imprensa tem mais espaço nas redes sociais, com a produção de conteúdo e a interação com os seguidores.

Produção

Na área da produção o jornalista fica responsável com a sugestão de pautas, busca de informações e de fontes, agendamento de entrevistas e mantém contato constante com o repórter.
O profissional precisa estar antenado aos principais acontecimentos tanto dentro como fora do país, assim como entender seu público-alvo e conhecer as tendências que podem virar notícia.

Jornalismo digital

Essa é uma área que vem crescendo bastante com o uso cada vez maior das mídias sociais como fonte de notícias. O jornalista que atua nessa área é responsável por produzir temas relevantes para publicação em blogs, portais e sites de notícias ou corporativos. Ele também pode atuar como social mídia, alimentando as plataformas com conteúdo e observando tendências e concorrentes.

Jornalismo esportivo

Jornalistas da área do esporte atuam diariamente na cobertura de eventos esportivos, dia a dia de organizações esportivas, atletas, etc. Esses profissionais podem trabalhar em programas ou veículos dedicados apenas ao esporte, assim como podem participar de quadros específicos ou editorias de esporte em produtos jornalísticos de conteúdo diverso.